Dalva diz que reorganização das escolas infantis está em avaliação | 2M Notícias

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Dalva diz que reorganização das escolas infantis está em avaliação

Dalva diz que reorganização das escolas infantis está em avaliação

A secretária municipal da Educação esclareceu que a apresentação do que expôs na Tribuna Livre da Câmara é o resultado de uma pesquisa realizada, com objetivo de atender dois principais desafios: contemplar o atendimento de uma lista de espera de mais de 400 crianças e atender a Resolução CME (Conselho Municipal da Educação), quanto ao número de profissionais que atuam nas EMEIs.
Segundo Dalva Provenzi de Carli, esse resultado implica em tomada de decisão administrativa, que está sendo avaliada com seriedade e de forma legal. “Trabalhamos em conjunto com as escolas e com os pais. No entanto, não podemos ficar inertes. Temos crianças esperando por vagas na Educação Infantil e a Promotoria Regional de Educação está cobrando que o Município tome providência com relação a esses casos e precisamos ser justos”, afirmou.
Para criar as novas vagas, o estudo sugere a reorganização da pré-escola (de quatro a seis anos de idade), atendendo as crianças em um turno diário de cinco horas. Com o resultado desta ação, somado à inclusão de novas matrículas, será possível atender em 2020, 408 novas crianças que estão na lista de espera.
Outra mudança sugerida após a pesquisa, foi a redução do horário de atendimento das escolas para 11 horas, possibilitando que o professor não fique sozinho com a totalidade das crianças no intervalo do cuidador social, que acontece entre 12h30min às 13h30min. Hoje, Santo Antônio da Patrulha mantém 44 turmas funcionando no turno de 12 horas, enquanto a maioria das cidades oferecem oito horas de atendimento. Conforme a secretária, a pesquisa constatou, que entre 06h30min e 07h, apenas 4% de um total de 716 crianças está presente nas escolas. Em algumas, há zero frequência neste horário e o comportamento se repete no horário entre 18h e 18h30min.
Dalva diz que o Município entende a necessidade de pais que realmente não têm onde deixar seus filhos em tempo integral, e também daqueles que trabalham na indústria, onde o expediente inicia e se encerra mais cedo. “Nós buscaremos uma solução para esses casos, mas precisamos cumprir o que a lei determina, então, contamos com a colaboração dos vereadores, das escolas e das famílias”, conclui a secretária da Educação.




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