Comunidade unida pela preservação do Rio Gravataí | 2M Notícias

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Comunidade unida pela preservação do Rio Gravataí

Comunidade unida pela preservação do Rio Gravataí

No último dia 16 de julho, a Sociedade de Caça e Pesca de Gravataí e a Associação Gravataiense de Canoagem e Ecologia (AGCE), realizaram um mutirão para recolhimento de resíduos às margens do Rio Gravataí. A iniciativa foi realizada em comemoração a conquista do Selo de Compromisso Ambiental 2017 – Premiação concedida pela Câmara de Vereadores a empresas e entidades que realizam ações em prol do meio ambiente. Na ocasião, também foram plantadas 200 mudas de árvores, e duas oficinas sobre preservação do meio ambiente foram realizadas.
Segundo o presidente da Associação Gravataiense de Canoagem e Ecologia (AGCE), Tiago Guimarães Vargas, por volta das 7h da manhã do dia 17, a Rua Guilherme César Ventura já estava fechada, com acesso restrito a lanchas. Grupos de trabalho foram formados eentre os participantes, que trabalharam por terra (contando com cinco pessoas – onde foram retirados resíduos próximos da sede do Caça e Pesca, indo em direção a nascente do rio) e pela água (com as lanchas e os caiaques, onde havia oito lanchas e 17 caiaques para o trabalho).
“Foram encontrados uma enorme variedade de resíduos, dentre eles: um vaso sanitário, três pneus, redes de pesca, garrafas, latas, restos de rádio, entre outros. Para a nossa surpresa, e tristeza, a parte na qual há a maior concentração de resíduos é justamente a mais próxima do bairro Caça e Pesca, onde há uma grande concentração de pessoas que vem com carros para as margens do rio e não trazem de volta os seus resíduos, quando não utilizam do rio para depositá-los ou para realizar oferendas”, relatou Vargas ao JG.
Na parte da tarde, os participantes puderam conferir uma palestra da Re-ciclo (ONG que tem por principal objetivo dar um destino sustentável e adequado àqueles resíduos que antes iam parar nos aterros por meio de compostagem), trazendo uma conexão da representatividade da ação realizada na parte da manhã, perante aos impactos ambientais que a humanidade vem causando, e mostrando um projeto de horta comunitária e ministração da oficina de vasos auto irrigáveis. Em seguida, foi a vez de aprender se portar de maneira consciente em ambientes naturais com a palestra de Gilvan Pereira, sobre o “LEAVE NO TRACE” (não deixe rastros em ambientes naturais). “Foi uma palestra enriquecedora tanto para quem transita em ambientes naturais, como pessoas que estão no meio urbano, por demonstrar o cuidado que se deve haver com questões de segurança e boa convivência”, comenta Vargas. “Tivemos um dia com pessoas empenhadas em ajudar o rio”, finaliza.




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